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Turma da Mônica e Santos Dumont no Rio
Fonte: Revista de História
Depois de São Paulo e Brasília, chega ao Rio de Janeiro a exposição Santos-Dumont e a Turma da Mônica em Um Sonho que Virou História.
Em sessenta painéis com ilustrações de Mauricio de Sousa, os personagens dos gibis retratam o desejo incansável dos homens de levantar vôo e ganhar os céus. Em cada painel, a Mônica e sua turma contracenam com personagens de época e participam de fatos históricos, como a criação dos primeiros balões, o célebre acidente no Trocadero (veja fotos do acidente no clip da música Santos-Dumont Número 8), protagonizado por Santos Dumont, o famoso vôo inaugural do 14 Bis e a construção do Demoiselle, o primeiro avião produzido em série no mundo.
A exposição fica aberta de 1° de maio até 15 de junho, no Museu de Astronomia e Ciências Afins (MAST), situado na Rua General Bruce, 586, São Cristóvão. A entrada é franca. O horário de funcionamento é às terças, quintas e sextas, das 10h às 17h; quarta das 10h às 20h; e sábados, domingos e feriados, das 14h às 18h. Turmas de escolas devem ser agendar a visita com antecedência pelo telefone (21) 2580-1383.
Sem comentários »Como funciona o Santos-Dumont Número 8: Dois elevados aos cubos (Nota do Autor)

Uma das formas de se ler o(s) romance(s) é hipertextualmente, ou seja, seguindo-se os links
Este livro é um quebra-cabeça composto em sua primeira parte por 80 capítulos e em sua segunda parte por mais 86. Esses capítulos tendem a se interligar de forma que qualquer um deles poderá ser movimentado, girado, misturado sem que o livro se desmonte. Obviamente existe um mecanismo interno um pouco mais complexo (mas nem tanto), uma espécie de grupo fixo, no interior do conjunto total de 166 (+ 2) capítulos. Os próprios capítulos, ou antes a seqüência deles, têm, à semelhança de um Cubo de Necker, uma espécie de apresentação multivariada. Portanto, muito cuidado com eles: o que se vê, pode ser uma e outra coisa também. O desafio desse quebra-cabeça, à semelhança de um Cubo de Rubik, é o de descobrir uma forma de movimentar os capítulos de maneira que se consiga voltar à configuração interessante (seja ela qual for). A configuração mais simples é aquela que se obtém lendo-se o “Primeiro Cubo” da primeira até a sua última página. Dessa maneira, uma das camadas da história é percebida. Para a montagem do “Segundo Cubo” são apresentados mais alguns capítulos, que servem para preencher algumas lacunas, explicar, confundir, criar e destruir algumas das possíveis verdades contadas no “Primeiro Cubo”. Uma outra camada (da história) pode ser identificada seguindo-se os links ao final de cada capítulo, o que pode transformar este livro em vários outros. Inclusive, as citações (que não devem ser consideradas meras alegorias) espalhadas pelo texto, também funcionam como links e, como minimundos que são, espero que possam suscitar de sua parte uma leitura atenciosa, o que sem dúvida representará, pela concentração, um maior enriquecimento das várias histórias aqui contadas. Bom, todo esse blá, blá, blá serve, no final, para confessar que este é um livro incompleto e inacabado. Isso mesmo: incompleto e inacabado como de fato todos os livros são.
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Biblioteca Rodolfo Garcia
Cidade de São Sebastião do Rio de Janeiro
Março de 2006
(Nota do autor em Santos Dumont Número 8, O Livro das Superstições)
- Baixe aqui as primeiras páginas do romance Santos Dumont Número 8.